Concurso público e tecnologia



Hoje em Dia, 27/09/2015

Carlos Cruz - Professor e coordenador pedagógico do Curso Pro Labore

Cada vez mais concorridos e proporcionalmente mais exigentes, os concursos públicos vêm atraindo quem deseja estabilidade financeira. Desde a década de 1990, com os avanços tecnológicos, a informática também passou a ser matéria aplicada nos certames. A tecnologia, cada dia mais avançada, já faz parte dos critérios de seleção dos candidatos a cargos públicos.

Muitos estudantes recorrem aos cursos preparatórios específicos da área para se aperfeiçoarem para as provas de informática de níveis médio e superior. Essa atitude é muito válida para aqueles que desejam se destacar dentre os milhares de concorrentes, pois os cursos oferecem não só o conhecimento acerca dos programas, mas também realizam exercícios que abordam o perfil de cobrança de cada banca examinadora.

Não é raro o candidato perder uma vaga em concurso devido à falta de conhecimento em informática. É comum os concursandos se dedicarem mais ao estudo das disciplinas consideradas complexas ou que possuem mais peso na pontuação, como as áreas do Direito e Língua Portuguesa, não dando importância às disciplinas “menores”, mas não menos relevantes, como a informática. A ideia errônea de que o conhecimento adquirido no dia a dia é suficiente para alcançar uma boa nota pode ser considerada uma verdadeira armadilha que, por pouco, pode resultar no insucesso do certame concorrido.

No Brasil, cerca de 12 milhões de candidatos concorrem a uma vaga na esfera pública todos os anos. Desses, poucos milhares conseguem a aprovação de imediato. Há quem reclame de estudar e não conseguir a vaga almejada. Mas é válido lembrar que, além do tempo de dedicação aos estudos, a metodologia utilizada também é fundamental.
Fato é que os certames estão cada vez mais rigorosos e, para auxiliar na resolução de questões de informática, e até mesmo de outras disciplinas, o concursando deve aprimorar seu raciocínio lógico. O raciocínio lógico é divido em duas perspectivas: a lógica normal e a perspicácia. O primeiro está relacionado às regras que trabalham entendimento, memorização e exige prática. O segundo é a capacidade do candidato de se deparar com diversas situações, fazer analogia com as vivências e tirar conclusões diferenciadas.

A realização de um cronograma pode ser uma importante ferramenta para aqueles que desejam passar em um concurso, permitindo se organizar sem se sacrificar tanto. Distribuir as disciplinas, intercalando os estudos, é uma importante etapa para a prática correta da organização. Dividir o tempo é, igualmente, fundamental.
Não existe uma disciplina mais fácil ou mais difícil, todas devem ser estudadas com dedicação, pois provavelmente aquela que o candidato estudou menos, por considerar fácil demais, pode ser a que impossibilitou o seu sucesso no certame.






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